"Não permita que alguém diga que a velhice é só perda .
Ás vezes é extremamente solitária, um pouco sem amor também . Mas a perspectiva de um passado longo com experiência para avivar e focalizar essa perspectiva ... é dádiva e sem paralelo da velhice."
As dádivas da juventude entretanto podem continuar conosco na velhice . E podemos continuar a aprender e a criar, pois como nos faz lembrar delicadamente o poema de Longfelow "Morituri Salutamos", nunca é tarde demais / Até o coração cansado deixar de bater".
Ele continua citando alguns exemplos significativos:
Catão aprendeu grego aos oitenta ;Sófocles escreveu o grande Édipo e Simonides ganhou o prêmio de poesias derrotando seus pares.
Quando cada um deles tinha mais de oitenta anos...
Chaucer, em Woodstock com seus rouxinóis,
Aos sessenta escreveu Contos de Canterbury;
Goethe ,em Weimar ,trabalhando até o fim,
completou Fausto quando tinha mais de oitenta anos.
Existem outras pessoas idosas umas vivas, algumas já mortas ,que nos oferecem ricas visões do amanhã , afirmando entre suas perdas e limites , e múltiplas enfermidades _ que a existência é boa.
A escritora Colette , organizou estes planos para suas últimas décadas:
"Estou planejando viver um pouco mais, continuar a sofrer honrosamente ,o que significa, sem protestos ruidosos e sem rancor ...
Rir só para mim mesma das coisas e rir abertamente quando tiver motivo para isso e Amar Quem Me Ama...".
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