Me
sinto inseguro em inúmeras situações. Nunca tenho certeza absoluta de que
estou agindo de modo adequado. Me sinto ameaçado em muitos momentos
cotidianos, com medo de perder o emprego, de ser rejeitado pelos amigos, de
não ser bem aceito em um ambiente novo, e assim por diante. Observo as
pessoas e tenho a impressão de que a maior parte delas é tão mais segura e
auto-confiante do que eu.
O que posso fazer para me sentir como elas?
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A idéia que fazemos a respeito das outras pessoas, ao
observá-las de fora, é que elas são muito mais firmes e determinadas do que
nós. Elas nos parecem muito mais seguras, parecem não se abalar com os
perigos da vida. Muitas pessoas se empenham em parecer dessa forma, de modo
que nos sobra a sensação de que só nós temos inseguranças. As pessoas acabam
classificando aqueles que conhecem em seguros e inseguros, sendo que elas
próprias são as rainhas da insegurança. A grande verdade é que, nesse particular,
a vida intima das pessoas é bem mais parecida do que elas manifestam
externamente. Assim sendo, só existem mesmo dois tipos humanos: os inseguros
e os mentirosos! Como nos sentirmos seguros se vivemos sem nenhum tipo de
garantia acerca de nosso futuro, sem sequer sabemos exatamente ao certo de
onde viemos e para onde vamos? Nos dividimos, de fato, em duas categorias:
aqueles que aceitam mais docilmente a insegurança da nossa condição – e não
se empenham em esconder nada daquilo que estão sentindo – e os que, não
aceitando as limitações que nos são próprias, gostam de passar por
super-heróis e tratam de fingir e demonstrar um estado que não é o que
sentem.
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terça-feira, 16 de julho de 2013
INSEGURANÇAS - MEDOS - REJEIÇÕES ...
domingo, 14 de julho de 2013
AB _ REAÇÃO (CATARSE)
AB _ REAÇÃO
(Linguagem analítica)
Termo utilizado na psicanálise que é sinônimo de : Catarse –
Liberação do conteúdo reprimido.
Todas as reações emocionais são colocadas para fora.
Choro, raiva ,principalmente o que está reprimido , que causa mal
estar.
Paciente Ab – Reage , coloca para fora a destrutividade a angustia ,a ansiedade extremada.
Paciente ab – reagiu , paciente catarseou.
Colocou para fora o que estava dentro (reprimido)
Ab – Reação , acontece no setting terapêutico , um modelo
terapêutico daquilo que estamos vivenciando analiticamente.
Então você está lá vivenciando um momento de troca transferencial
, ele sente uma emoção , a emoção vem para fora.
As vezes na palavra ele fica irritado com o analista , fala alguma
coisa agressivamente ou regride , volta lá para o passado e vivencia aquela
emoção da fase infantil.
Ele está ab – reagindo.
Vocabulário Psicanalítico:
Introjeção: Colocar para dentro
Catexia: “Quantum” de energia que se investe no objeto
interno/externo
Libido: Energia do prazer , qualquer prazer.
Objeto : Pai e mãe
Ou pessoa que os represente.
Quanto mais libido (energia de prazer ) você investe no objeto ,
mais você vai criar fantasias.
Desejo o objeto.
Quanto mais energia você investe na mãe, mais você deseja que ela
esteja perto.
A fixação: É um excesso de investimento de libido no objeto.
Narcisismo: prazer todo voltado para si mesmo, prazer da criança.
No adulto o ideal seria investir o prazer todo para fora.
Aí não é narcísico, é maduro.
ÉDIPO (Simbolo da Força do Destino/ Fatalidade
A HISTÓRIA DE ÉDIPO
Édipo , símbolo da fatalidade ou força do destino , segundo a
versão de Sófocles, era filho de Laio, rei de Tebas ( antiga cidade da Grécia)
; este não queria que sua mulher Jocasta
engravidasse , porque o oráculo de Delfos havia profetizado seu
assassinato por esse filho. Contudo ficou embriagado e gerou uma criança. Imediatamente depois que Jocasta deu à luz o
filho, Laio o tirou dela, cravou um prego entre seus pés e o levou para as
montanhas onde o deixou para morrer.
Entretanto a criança foi encontrada pelos Corintos , vizinhos dos
Tebanos , chamaram-no de Édipo , e o rei e a rainha de Corinto que não tinham
filhos , adotaram-no.
Édipo cresceu amando o rei e a rainha , que pensava serem seus
verdadeiros pais. Um dia já adulto numa visita a Delfos interrogou o oráculo a
respeito de seu futuro. Quando tomou conhecimento da profecia (matar o pai e
casar com a própria mãe, deixou Corinto com muito horror e disposto a não mais
voltar.
Numa estrada estreita que levava para longe da cidade, uma
carruagem ornamentada atropelou-o e empurrou-o para fora da estrada . Numa
explosão de raiva, ele matou o condutor e arremessou o passageiro na estrada ,
que preso nas rédeas , foi morto pelos cavalos assustados.
O passageiro era Laio seu pai mas Édipo (pés inchados) não sabia
disso.
Édipo seguiu seu caminho em direção a Tebas, e ao aproximar-se foi
atacado pela esfínge ,aquela do : decifra-me ou te devoro , Édipo resolveu o
enigma e a esfinge se matou, jogando-se no mar , ficando os tebanos livres do
monstro que os aterrorizava. Agradecidos os habitantes da cidade fizeram-no Rei
de Tebas, e ele desposou Jocasta e com ela teve quatro filhos, muitos anos mais
tarde um profeta cego, juntamente com o oráculo desvendou a história verdadeira
para os tebanos e para o casal. Conhecendo a verdade Jocasta enforcou-se e
Édipo cegou a si mesmo ; foi para o exílio e vagueou através da regiões gregas
até que as Fúrias o capturaram e o perseguiram até a morte.
A transcrição dessa história, baseada na qual Freud descreveu o
complexo serve para facilitar a compreensão do triangulo amoroso que é o seu
fundamento . Ao analisar com atenção seu conteúdo, vê-se que a tragédia
ocorreu apesar de prevista com larga
antecipação e a despeito do genuíno esforço de todos os envolvidos no sentido
de evitá-la , restando a culpa inconsciente.
Freud colocou que a cegueira era o símbolo de horror pela
descoberta das idéias e desejos inconscientes que foram reprimidos , e que todo
indivíduo expressa um desejo de afastamento do pai , e um desejo afetivo intenso pela mãe na infância . Mais tarde
chamou esse fato de: fantasia do incesto ( e o amor pela mãe e o ciúme do pai ,
de Complexo de Édipo.
domingo, 16 de junho de 2013
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